Durante catorze anos estive atrás de um balcão de farmácia. Todos os dias entregava caixas de medicamentos. Só mais tarde percebi que, muitas vezes, aquilo de que as pessoas mais precisavam não cabia dentro de nenhuma embalagem.
Porque este projeto existe
Este projeto nasce de uma transição importante: o encerramento de um ciclo profissional e a abertura de um espaço onde a Mara possa reencontrar-se através da escrita.
Visão
Construir, de forma tranquila e consistente, uma marca pessoal reconhecida pela profundidade da escrita, pela sensibilidade e pela capacidade de fazer o leitor parar, sentir e refletir.
Valores
Autenticidade, empatia, profundidade, elegância, respeito, esperança e consistência.
O ponto de partida
Da farmácia para a escrita
A farmácia foi um lugar de encontro com muitas formas de fragilidade humana. Havia receitas, horários, embalagens e rotinas. Mas havia também silêncios, medos, despedidas, gratidão e pequenas conversas que ficavam muito depois do atendimento terminar.
Este projeto nasce dessa escuta. A profissão é uma origem, não uma fronteira. A escrita abre espaço para falar de pessoas, relações, recomeços, maternidade, envelhecimento, perda, esperança e daquilo que a vida nos ensina quando estamos disponíveis para reparar.
Valores
A voz deste projeto
Autenticidade
Escrever sem representar uma personagem.
Empatia
Olhar para cada história sem julgamento.
Profundidade
Ir além da superfície e do conteúdo descartável.
Respeito
Preservar a dignidade e a privacidade das pessoas.
Escrever porque, por vezes, um texto chega onde nenhuma explicação consegue chegar.
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